Fallout 4 está quase entre nós, meus caros. E enquanto está todo mundo na hype, a Bethesda resolveu aumentar ainda mais a expectativa com vídeos educativos explicando para os novos jogadores e os mais experientes como funcionará o novo sistema S.P.E.C.I.A.L., o qual S remete à Strength (força), P para Perception (percepção), E para Endurance (resistência), C para Charisma (isso vocês já sabem), I para Inteligence (inteligência), A para Agility (agilidade), e, por fim, L de Luck (sorte). E são esses status presentes desde o começo da franquia Fallout que irão fazer toda a diferença no combate e em todas as outras mecânicas do novo jogo da série, inclusive nas skills que você poderá adquirir. Então, sem mais enrolação, confira abaixo todos os vídeos oficiais com a demonstração do Vault Boy:
Caso seja novo e queira saber mais sobre toda a franquia, cliqueAQUI.
Como funciona:
Só tendo a inteligência muito baixa para ignorar Fallout 4,
que promete ser o jogo do ano (ou da década) sem dúvida nenhuma!
Sim, senhoras e senhoritos, hoje (21/10/2015) é o dia em que Doc Brown e Marty McFly chegaram no futuro no filme De Volta Para o Futuro (1985), que veio a se tornar um marco para os fãs e para a comunidade nerd, já que a trilogia, que conta com a atuação dos legendários Michael J. Fox e Christopher Lloyd, conseguiu conquistar fãs por todo o mundo até hoje devido a seu espantoso sucesso, além de muitas de suas especulações tecnológicas terem se realizado, tornando tudo isso ainda mais interessante. Eu poderia fazer um texto enorme aqui, cheio de referências e datas, mas a galera do Jovem Nerd, que é fã de carteirinha, se antecipou e fez um super vídeo detalhado contando sobre como foi feito o roteiro do filme, quais as dificuldades que a produção passou, e até sobre a mudança de atores, que fez toda a diferença. Então confira abaixo em primeira mão:
Não sabe ou não lembra quais foram as tecnologias que o filme especulou que estariam na moda nos dias atuais? Confira as 11 coisas que De Volta Para o Futuro prometeu para 2015 com o canal Nostalgia:
Você acha que o tema "viagem no tempo" é algo recente? Sabe de nada, inocente! Confira também com o Pipocando qual foi o primeiro filme a utilizar esse artifício no roteiro:
E pra finalizar, o ator Christopher Lloyd voltou ao seu papel de Doc Brown para enviar uma mensagem muito especial aos seus fãs:
Como o próprio doutor diz, 2015 está bem "diferente do que todos nós pensamos". Ao invés de carros voadores e hoverboards como pensavam que seria, temos pau de selfie, vídeos de gatos engraçados e tecnologias que nos tornam cada vez mais sedentários e idiotas, já que podemos esconder o rosto por trás de um perfil falso e julgar as pessoas nas redes sociais sem receber nenhum tipo de punição. No entanto, esse não é o fim ainda. Como ele finaliza "O futuro é você quem faz. Então faça dele algo bom". :)
Lembra da época do Nintendinho, que os jogos eram todos feitos em 8 bit? A galera do canal CineFix tem uma série de vídeos o qual eles transformam filmes icônicos em games dessa época. E o maior filme de ação dos últimos tempos, Mad Mad: Fury Road, de George Miller, que além de fazer sucesso no cinema, provou que poderia dar muito certo nos jogos 8 bits também! Confira:
E se você ainda não assistiu, ta perdendo tempo por quê?
Não é só nas histórias em quadrinhos que personagens ganham poderes sobre-humanos não! Nos jogos muitas vezes somos apresentados a heróis com habilidades que parecem normais no universo que vive, mas se colocados na nossa realidade se tornam semi-deuses, assim como o Superman. E o canal CorridorDigital resolveu colocar esses dois universos para brigarem em um vídeo muito divertido e bem produzido. Confira abaixo:
A equipe profissional do Man At Arms já trabalhou em diversos filmes criando as armas e espadas utilizada por grandes personagens. E com o lançamento de Assassin's Creed: Syndicate chegando aí, eles aceitaram o desafio de recriar a Cane Sword do personagem Jacob, que sem dúvida é uma das armas mais legais da série de games, e que ficou ainda melhor quando feito pelas mãos desses grandes artistas. E o melhor de tudo? Foi tudo gravado passo a passo para você conferir todo o trabalho deles, desde a escolha de materiais e esculpimento, até o teste de eficiência da arma na vida real. Taca-le pau nesse play, marco véio!
Asssin's Creed: Syndicate lança oficialmente dia 23
Hoje em dia o mercado de efeitos especiais está saturado de trabalho digital. A esmagadora maioria de filmes que vamos ver nos cinemas atualmente são quase inteiros feitos por computação gráfica, tornando o resultado final algo menos palpável. E embora isso não estrague a qualidade do filme, já que o mais importante é a atuação e o roteiro, esse fator realmente incomoda, já que o resultado final não é acreditável. E é exatamente sobre isso que galera do Omelete resolveu discutir. Confira abaixo:
Como prometido, ontem de noite finalmente foi lançado o espetacular trailer de Star Wars: O Despertar da Força. Então sem mais delongas, confere aí (eu sei que todo mundo já viu, mas vai ver de novo porque não aguenta de emoção):
E só pra zoar mais nossos corações, a equipe do game Star Wars: Battlefront lançou um trailer em homenagem à nostalgia :
Metal Gear Solid 5: Phantom Pain(ou Engrenagem de Metal Sólida: Fantasminha da Dor) é sem dúvida um jogo extremamente foda, lotado de detalhes mínimos, gráficos incríveis e uma história muito bem desenvolvida. No entanto, no que o novo jogo da série mais se destaca é na liberdade do player de fazer o que quiser nesse mundo aberto, e utilizar todas as ferramentas que tem à sua disposição para criar situações absurdas e hilárias, ou no mínimo cômicas. E enquanto eu não zero e faço essa super dica de game, confira abaixo um pouco do que o jogo tem a oferecer com o canal BedBananas:
Antes de qualquer coisa, gostaria de parabenizar o Kojima
Você achou que o martelo do Thor, Mjölnir, era só uma lenda? Pois errou feio, errou rude. Ele existe sim, mas não é exatamente como nos filmes e quadrinhos... O youtubber Allen Pan, do canal Sufficiently Advanced, resolveu reproduzir a icônica arma nórdica utilizando um sistema com identificação biométrica que libera o uso apenas para o dono. Caso qualquer outra pessoa tente levantá-lo, será surpreendido por um imã extremamente poderoso que não permite que o martelo seja levantado. Confira abaixo:
Fallout 4 tem data de lançamento prevista para 10 de novembro deste ano. No entanto, quem ficou com o título de jogo mais esperado do ano foi outro jogo, um tal de Call of Duty, que todo ano sai um diferente e continua agradando a criançada. Então, para você que ainda não entrou na onde do hype de Fallout ou ainda não sabe do que eu to falando, confira abaixo os 5 motivos para agregar o movimento.
Se você ainda não conhece a história de Fallout, recomendo que dê uma olhada nessa série de posts que fizemos AQUI para ficar por dentro do básico da série de games. Alguns muitos detalhes foram deixados de lado para não ficar muito grande, mas o que você deve saber é que o principal fator que impulsionou o game para a fama foi sua ambientação e o humor negro.
O legal de Fallout são as histórias que esse mundo pós-apocalíptico nos trás. Ambientado em um futuro baseado no passado, as forças armadas chinesas atacaram os EUA através do Alaska, na batalha de Anchorage, e iniciaram uma guerra mundial onde bombas caíram pra todo lado causando o efeito "fallout" que deixou as terras inférteis e contaminou água, comida, além de causar mutações ou morte em quem ficou sem abrigo. Foi nessa época que o governo criou os "vaults" capazes de abrigar muita gente e proteger dos efeitos das bombas. No entanto eles também serviram como experimentos humanos bizarros, como um certo vault que exigia sacrifícios humanos para um deus-máquina todo ano ou todo mundo morreria, o que acabou acontecendo, já que todo mundo se matou por causa de diferenças de ideais. No entanto, é andando pela Capital Wasteland que você encontra esse lugar vazio e tenebroso e descobre que na verdade era apenas um teste de sanidade, o qual o resto da mensagem na máquina dava os parabéns pelas pessoas dali não terem sucumbido a fé cega e seguido as meras palavras de uma mensagem gravada.
Se você sempre se frustrou pelo fato de não conseguir criar o personagem que queria do jeito que queria, Fallout 4 está chegando para realizar suas preces. Além de uma customização de personagem extraordinária mostrada nos vídeos da conferência, você também poderá criar armas da forma que quiser, montando e desmontando partes ao seu bel prazer, além da variação de equipamento, que agora terá camadas, também contando com a customização da power armor, que nos jogos anteriores eram apenas armaduras, agora parecendo um tanque humano ambulante. Mas também não podemos esquecer da maior inovação do game, que é o sistema absurdamente bem feito de criar casas, acampamentos com sistemas elétricos, plantação, habitantes, e defesa, já que os raiders sempre vão desejar roubar tudo que você tem. E não se esqueça das habilidades e skills que pode ir liberando a cada lvl, tornando cada experiência única.
A Bethesda, empresa criadora do jogo, também é responsável por gigantescos sucessos de vendas, como Wolfenstein, Dishonored, além de todos os jogos da série Elder Scrolls, inclusive o gigante Skyrim, que faz sucesso até hoje devido a seu mundo enorme cheio de segredos e um gameplay viciante que parece que nunca tem fim. A desenvolvedora também é responsável por comprar os direitos de Fallout e nos trazer toda a inovação no terceiro jogo da série, e também adquiriu a ID Software recentemente, participando do desenvolvimento do novo DOOM, outro título que faz um enorme sucesso devido a ser o pai dos jogos de FPS (tiro em primeira pessoa). E o resultado da parceria dessas duas empresas resultou na incrível melhora no sistema shooter em Fallout 4, tornando a experiência muito mais divertida.
Fallout 3, assim como Skyrim, usavam uma versão antiga da engine, que funcionava perfeitamente mesmo em PCs mais antigos como o meu. No entanto, com toda a demanda de inovação, finalmente teremos um novo conceito de RPG em mundo aberto, lotado de novidades, gráficos espetaculares, mecânicas bem polidas, e uma quantidade enorme de conteúdo que apenas a nova geração é capaz de aguentar.
Ah, os mods. Existem muitas pessoas que adoram, e as pessoas que nunca usaram. O conteúdo criado por fãs dedicados sempre foi bem vindo em todos os jogos da Bethesda, já que todos eles focam no conteúdo singleplayer e tem uma engine própria específica para aceitar as modificações. A desenvolvedora nunca foi de proibir e foi isso que praticamente criou Fallout 4. Praticamente todos os mods bem feitos e aceitos pelo público se tornaram uma realidade no novo jogo da série, algo que deixou muitos fãs de queixo caído e abrindo uma nova oportunidade de desafiar ainda mais a criatividade dos modders. E de fato isso é tão bem visto pelo público, que o suporte para mods será aceito não somente no PC, mas também nos consoles de nova geração como o PS4 e XOne. E isso, meus amigos, é algo de se aplaudir de pé.
Estamos tão acostumados com a tecnologia (TV, celular, rádio, internet, etc), que nunca cogitamos a ideia de ficar sem tudo isso. E se caso ocorresse, é bem provável que um apocalipse como o dos filmes, livros e séries se tornasse real, já que não existiria comunicação, esta que se está se tornando cada vez mais rara pessoalmente e mais comum digitalmente, fora o fato de que estamos em um período o qual todo mundo defende furiosamente sua ideia por mais idiota que seja, o que resultaria num massacre iminente, assim como mostrado na série e hq Walking Dead, onde a interação entre humanos é mais assustadora que uma horda de mortos vivos. E é sobre isso que o Nerdologia resolveu discutir no vídeo abaixo. Confira:
Houve um tempo o qual os preços das coisas eram justos. Mas esse tempo já passou. Se você acha que o valor dos jogos estavam caros antes, se prepara para o que vem por aí, porque a Electronic Arts (EA Games) junto com a Lucas Arts nos trouxe um novo conceito de sacanagem com o consumidor.
Quando comprei meu Playstation 4 ano passado, consegui pagar um preço bom comparado com o que ele está valendo hoje em dia. O que era R$ 1,200 passou a custar mais de R$ 2,000 em um único ano devido ao aumento do dólar, que já chegou a duplicar nesse curto período de tempo. Mesmo com a Sony vindo para o Brasil e fabricando os novos consoles aqui, o preço ainda ficou mais alto do que o importado, resultando em um valor que não faz sentido nenhum. No entanto, o que eu quero falar agora é sobre o valor dos jogos.
Todo mundo dizia que o motivo para as empresas de jogos cobrarem tanto era devido a pirataria, que supostamente estaria destruindo o mercado de games e fazendo empresas falirem, mesmo com a tão famosa Steam vendendo jogos digitais originais por preços exorbitantemente mais baratos que a mídia física e fazendo um tremendo sucesso, já que as empresas não precisam nem gastar para fazer e enviar o produto. No entanto, para não desvalorizar a mídia física, alguém teve a brilhante ideia de fazer o preço dos jogos digitais custarem o mesmo valor do físico, fazendo com que jogos recém lançados custassem 200 reais em serviços como a PS Store, da Playstation. No entanto, esse valor era ano passado. O que já achávamos um preço alto veio a chegar na marca dos 300 reais o qual está sendo vendido atualmente o tão aguardado Star Wars: Battlefront, que além de já ter um preço abusivo, terá um season pass com conteúdo adicional de 50 dólares, equivalente a R$ 153,50 na PSN e R$ 200 na Xbox Live.
Você não leu errado. É exatamente isso.
Chegamos ao ponto em que um simples jogo com conteúdo faltando e que será cobrado posteriormente, está na marca de QUINHENTOS REAIS para quem quiser jogar. E não, o console não vem de brinde.
Sempre tem aquele que chega dizendo "ah, mas se converter o valor pra reais da isso mesmo". Meu, caro, primeiro que o salário mínimo de um norte-americano é muito maior que o de um brasileiro. Segundo, os valores deles não se baseiam no real. Se pra eles algo custa 50, é como se custasse o mesmo tanto aqui. Ou seja, se você compra um jogo valendo 300 reais no Brasil, é como se valesse 300 dólares se você desconsiderar a valorização. O que, é claro, todo mundo acharia um absurdo sem igual (principalmente por se tratar de um jogo), já que comprando dois jogos com o season pass eu consigo juntar o valor de uma moto aqui nesse país tropical.
Não importa se tem valorização do dólar, não existe nenhum argumento que consiga convencer que um jogo digital, o qual não teve NENHUM custode produção da mídia física, tenha um valor tão absurdamente alto, sendo que praticamente todo fã da saga de Star Wars tem vontade de comprar. E se você está conformado com os 500 reais que estão tentando socar goela abaixo, proponho que gaste seu salário inteiro com isso. Ajude as empresas a se alimentarem de nosso dinheiro descaradamente, para que todos decidam cobrar o mesmo preço por meios-jogos que te farão gastar ainda mais até que não sobre nem um centavo para comprar comida. Porque só assim talvez eles sintam pena de nossas pobres almas e diminuam pelo menos um pouco o valor, para que possamos comprar uma marmita no almoço.
Sendo 200, 300 ou 500, esse preço é estúpido o suficiente ao ponto de influenciar ainda mais a pirataria ao invés de acabar com ela. Afinal, se o valor realmente fizesse sentido, os jogos tiple A vendidos na Steam, Origin e outras empresas não estariam custando menos de 10 reais.
Eu sei que demorou, mas tive que até o final do jogo para ter uma opinião formada. Não queria deixar conteúdo sobrando e seguir apenas a história principal sem aproveitar o resto desta obra de arte, apenas para ter uma opinião. Então confere aí abaixo a discussão completa sobre o gigantesco Witcher 3!
Witcher 3: Wild Hunt foi o jogo mais esperado dos anos passados e finalmente chegou no começo desse ano após o adiamento da data devido a CD Projekt Red querer polir a última jornada de Gerald de Rivia ao máximo, para que se tornasse uma verdadeira gema. E se tornou. O hype valeu a pena, devido a qualidade da história, gameplay, mecânicas, trilha sonora e o mapa gigantesco do jogo.
Gerald, assim como todos os personagens da trilogia Witcher, são baseados na série de livros do autor polonês Andrzej Sapkowski, que junta a fantasia com o real, tornando o mundo do jogo e dos livros algo quase que palpável e acreditável, muitas vezes comparado com as Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, que inspirou a maior série da atualidade, Game of Thrones. E de fato, até a história do terceiro jogo é parecida em certos pontos com a da série da HBO.
Witcher 3 conta a história de Cirila Fiona Elen Riannon, ou Ciri, a filha adotiva de Gerald, que na verdade é a sucessora do trono e possui o sangue ancestral, que lhe permite ter um poder capaz de destruir ou criar mundos. E é por causa desse poder que a Caçada Selvagem (Wild Hunt), que são seres com armaduras pesadas que conseguem manipular uma entidade chamada Geada, estão atrás da garota. No entanto, ela não é uma princesa indefesa. Sua infância foi marcada pelos treinamentos de Gerald, Vesemir, Lambert, Eskel e Coën em Kaer Morhen, a fortaleza dos Witchers (ou bruxos, se preferir), que por si são caçadores habilidosos com certa afinidade com a magia, que passaram por um treinamento rigoroso e por um ritual brutal, o qual apenas poucos jovens sobrevivem, e os que continuam suas vidas perdem todos os seus sentimentos, além de receber mutações as quais alteram seus corpos, dando a habilidade de poder tomar tônicos que matariam qualquer humano normal, mas pra eles dão poderes incríveis semelhantes aos dos monstros e demônios que matam. Embora Ciri não tenha passado pelo ritual, teve treinamento em magia e combate corpo a corpo, assim como o manejo da espada, que permitiu que ela sobrevivesse todo esse tempo fugindo da Caçada Selvagem após sumir da fortaleza há anos atrás. Mas agora que eles a encontraram, cabe a Gerald reencontrar sua filha e salvá-la antes que eles a alcancem.
E o mais legal de tudo isso é que você não precisa jogar os games anteriores para entender, já que Witcher 3 tem uma variedade enorme de diálogos e escrituras no jogo, além de velhos personagens, que insistem te lembrar do que aconteceu, já que Gerald perdeu a memória no segundo jogo.
Quanto ao combate, ele basicamente se baseia no equipamento que você usa e no timing de bloqueios, esquivas e ataques fortes e rápidos. Gerald tem uma espada de ferro para enfrentar humanos e uma de prata para monstros, assim como armadura de couro que te beneficia no combate contra esses monstros, e uma de ferro que te da vantagens contra ladrões e assassinos que encontrar nesse mundo pobre e desgraçado em guerra.
Além do equipamento você também tem os tônicos, que podem ser usados apenas um por vez, além das magias que são muito eficazes dependendo do tipo de inimigo e da sua fraqueza (que é sempre anotada em um bestiário assim que você descobre informações sobre aquela criatura e sua história), os itens secundários (tocha, besta, bombas, etc), uma árvore de talentos bem desenvolvida, e itens de missão.
Fora da história principal você pode explorar o mundo gigantesco de Witcher 3, que é tão grande que quando achava que estava acabando o jogo, me vem um mapa com o dobro do tamanho do que eu estava. E tudo isso é povoado por áreas com sua própria história, segredos escondidos, embates com monstros lendários, e lugares assombrados o qual você pode investigar e descobrir os mistérios que rondam aquele lugar, assim como encontrar tesouros escondidos, ou até receitas para você criar em um sistema de crafting ótimo e muito bem elaborado.
Outro sistema que se destaca também é o jogo de Gwent, que é provavelmente o único minigame da história dos games que realmente é tão divertido quanto o jogo em si, se baseando em turnos os quais você pode colocar cada carta em sua respectiva fileira no campo de batalha, e fazer jogadas que o permitam acabar aquele turno com mais ataque que o inimigo e ganhar as duas rodadas necessárias, te recompensando com cartas novas com habilidades diferentes de baralhos diferentes, e até convites para torneios.
Os únicos problemas que encontrei no jogo foram muitos bugs na minha versão de PS4, devido ao tamanho gigantesco do mapa, inclusive nas cutscenes, que começaram a ficar bem ruins lá pro final do jogo, tirando a graça do boss final, que não teve tanto impacto quanto certos momentos no meio da história. Mas nada que afete a qualidade do jogo.
Ou seja, no geral Witcher 3: Wild Hunt foi um excelente game, cheio de detalhes, uma história rica, e com conteúdo capaz de te entreter por meses, além de um combate divertido e do fato da CD Projekt Red não ser mercenária, lançando 16 dlcs nos últimos meses com conteúdo adicional totalmente de graça, só agora lançando algo pago, com a diferença de que se trata de uma expansão com conteúdo equivalente a mais de 20 horas adicionais de gameplay.
O game tem muito mais por trás de tudo que falei aqui, que com certeza vai dar ainda mais vontade de jogar, caso ainda não tenha feito. No entanto, este post já virou um monstro tão grande, que senti a necessidade de abatê-lo logo para não causar problemas.
Então quem tem um console ou um computador bom, fica aí a dica desse jogaço, que é obrigatório para todos os fãs de RPG e de uma boa história. :) OBS: Witcher 3 é TOTALMENTE dublado e legendado em português. Então não tem desculpa!
Estamos tão acostumados a assistir filmes em widescreen, que sempre que somos apresentados a um filme antigo que não usa isso, ou um vídeo que corte ou achate os lados da imagem, acabamos tendo uma certa estranheza. Mas essa técnica não é nada de agora não, já faz muito tempo que é usado o widescreen e o pessoal do Pipocando resolveu fazer um vídeo bem interessante falando sobre isso. Confira abaixo:
Como se não bastasse tudo aquilo que mencionei ontem neste post, a galera na internet começou a se manifestar. Mas não é nenhum fanmade não! A Universal Pictures veio a publicar um vídeo tirando sarro do Jaws 19 (Tubarão 19), que, segundo o primeiro filme De Volta Para o Futuro, estaria estreando nesse ano e neste exato mês, aproveitando para anunciar a coleção especial em blu ray que vai chegar na mesma data. Confira abaixo:
E não para por aí! Até a Pepsi resolveu entrar na onda e lançar uma edição limitada da Pepsi Perfect (6.500 garrafas), um dos principais produtos anunciados no filme. Confira:
21 de outubro de 2015 está chegando e com ele o Marty McFly vem aí! Mas enquanto esse dia não chega, confira a propaganda fake da Hoverboad, com direito a presença de Tonny Hawk, que viralizou na internet há um tempo atrás:
Se você é um ávido jogador de MOBA, tanto League of Legends, DOTA, ou qualquer outro jogo que seja baseado em partidas, você sempre acaba com alguém no seu time ou no do inimigo o qual o computador e a internet são tão lentos, que não da pra entender como essa pessoa sobrevive. Às vezes parece até que o computador da pessoa é movido a lenha! Então confira abaixo o vídeo do canal Balleruaille que revela a verdade por trás desses seres retardatários:
Dia 21 de outubro de 2015 é a data em que Marty McFly veio visitar lá em 1985 quando o primeiro De Volta Para o Futuro (Back to the Future) estreou nos cinemas. Desde então o filme recebeu duas sequências de filmes, e se tornou um marco para o cinema e a comunidade nerd, já que muitas das predições e inovações apresentadas no filme, se realizaram. (Mas pera aí, cadê a hoverboard???)
Essa se tornou uma data que todos os fãs esperavam ansiosos. E agora que 21 de outubro está chegando e o primeiro filme está fazendo 30 anos, Doc Brown, interpretado pelo incrível Christopher Lloyd, apareceu em um divertido curta fazendo referência ao seu personagem. Confira abaixo:
E se bateu uma saudade de ver De Volta Para o Futuro novamente, não precisa se preocupar, já que muitas salas de cinema aqui no Brasil decidiram comemorar a data repassando os longas para todos os fãs que querem relembrar esse clássico. É bem provável que o mesmo aconteça na TV, já que todo mundo adora os filmes. Então se não quer sair de casa, é só procurar a programação dos canais, ou procurar saber se o cinema da sua cidade vai embarcar nessa onda.
E você? Qual seu filme favorito da trilogia, e qual a invenção que mais te animou quando viu pela primeira vez? Deixa um comentário aí em baixo! :D
Acha que a foto acima é apenas um tronco grande de árvore? Pois se engana. Trata-se de uma obra espetacular do escultor chinês Zheng Chunhui, chamada "Ao longo do rio durante o festival de Quinming", que junta a arte do entalhe com uma tradição passada por gerações, para criar vida em um tronco de uma árvore morta. É sem dúvida algo digno de palmas em pé. Confira mais imagens abaixo: