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sábado, 31 de outubro de 2015

O Bat Taverna mudou de endereço!

  É isso mesmo, taverneiros! O Bat Taverna ressuscitou, e agora voltou para pegar em seus belos tornozelos em pleno Halloween! Mas agora estamos com uma estrutura completamente diferente, melhorada e atualizada, com uma equipe maior e parceiros para nos apoiar, além do domínio próprio!'


  Deixarei o blogspot por aqui para não perder todo o conteúdo que foi postado durante todo esse primeiro ano. Mas não perca mais tempo e entre agora mesmo no www.battaverna.com e confira as novidades que temos aguardadas para te apresentar!
  Também gostaria de agradecer a todo o apoio que tivemos durante esse período de nossos leitores, que se revelaram ter muito carinho pelo Bat Taverna e gostar bastante de todo o trabalho que fizemos aqui com tanto suor e esforço. Então digo um grande OBRIGADO para todos vocês, e vamos todos juntos rumo a nova fase do blog! :D

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

5 motivos para entrar na hype do Fallout 4


  Fallout 4 tem data de lançamento prevista para 10 de novembro deste ano. No entanto, quem ficou com o título de jogo mais esperado do ano foi outro jogo, um tal de Call of Duty, que todo ano sai um diferente e continua agradando a criançada. Então, para você que ainda não entrou na onde do hype de Fallout ou ainda não sabe do que eu to falando, confira abaixo os 5 motivos para agregar o movimento.

  Se você ainda não conhece a história de Fallout, recomendo que dê uma olhada nessa série de posts que fizemos AQUI para ficar por dentro do básico da série de games. Alguns muitos detalhes foram deixados de lado para não ficar muito grande, mas o que você deve saber é que o principal fator que impulsionou o game para a fama foi sua ambientação e o humor negro.
  O legal de Fallout são as histórias que esse mundo pós-apocalíptico nos trás. Ambientado em um futuro baseado no passado, as forças armadas chinesas atacaram os EUA através do Alaska, na batalha de Anchorage, e iniciaram uma guerra mundial onde bombas caíram pra todo lado causando o efeito "fallout" que deixou as terras inférteis e contaminou água, comida, além de causar mutações ou morte em quem ficou sem abrigo. Foi nessa época que o governo criou os "vaults" capazes de abrigar muita gente e proteger dos efeitos das bombas. No entanto eles também serviram como experimentos humanos bizarros, como um certo vault que exigia sacrifícios humanos para um deus-máquina todo ano ou todo mundo morreria, o que acabou acontecendo, já que todo mundo se matou por causa de diferenças de ideais. No entanto, é andando pela Capital Wasteland que você encontra esse lugar vazio e tenebroso e descobre que na verdade era apenas um teste de sanidade, o qual o resto da mensagem na máquina dava os parabéns pelas pessoas dali não terem sucumbido a fé cega e seguido as meras palavras de uma mensagem gravada.

  Se você sempre se frustrou pelo fato de não conseguir criar o personagem que queria do jeito que queria, Fallout 4 está chegando para realizar suas preces. Além de uma customização de personagem extraordinária mostrada nos vídeos da conferência, você também poderá criar armas da forma que quiser, montando e desmontando partes ao seu bel prazer, além da variação de equipamento, que agora terá camadas, também contando com a customização da power armor, que nos jogos anteriores eram apenas armaduras, agora parecendo um tanque humano ambulante. Mas também não podemos esquecer da maior inovação do game, que é o sistema absurdamente bem feito de criar casas, acampamentos com sistemas elétricos, plantação, habitantes, e defesa, já que os raiders sempre vão desejar roubar tudo que você tem. E não se esqueça das habilidades e skills que pode ir liberando a cada lvl, tornando cada experiência única.

  A Bethesda, empresa criadora do jogo, também é responsável por gigantescos sucessos de vendas, como Wolfenstein, Dishonored, além de todos os jogos da série Elder Scrolls, inclusive o gigante Skyrim, que faz sucesso até hoje devido a seu mundo enorme cheio de segredos e um gameplay viciante que parece que nunca tem fim. A desenvolvedora também é responsável por comprar os direitos de Fallout e nos trazer toda a inovação no terceiro jogo da série, e também adquiriu a ID Software recentemente, participando do desenvolvimento do novo DOOM, outro título que faz um enorme sucesso devido a ser o pai dos jogos de FPS (tiro em primeira pessoa). E o resultado da parceria dessas duas empresas resultou na incrível melhora no sistema shooter em Fallout 4, tornando a experiência muito mais divertida.

  Fallout 3, assim como Skyrim, usavam uma versão antiga da engine, que funcionava perfeitamente mesmo em PCs mais antigos como o meu. No entanto, com toda a demanda de inovação, finalmente teremos um novo conceito de RPG em mundo aberto, lotado de novidades, gráficos espetaculares, mecânicas bem polidas, e uma quantidade enorme de conteúdo que apenas a nova geração é capaz de aguentar.

  Ah, os mods. Existem muitas pessoas que adoram, e as pessoas que nunca usaram. O conteúdo criado por fãs dedicados sempre foi bem vindo em todos os jogos da Bethesda, já que todos eles focam no conteúdo singleplayer e tem uma engine própria específica para aceitar as modificações. A desenvolvedora nunca foi de proibir e foi isso que praticamente criou Fallout 4. Praticamente todos os mods bem feitos e aceitos pelo público se tornaram uma realidade no novo jogo da série, algo que deixou muitos fãs de queixo caído e abrindo uma nova oportunidade de desafiar ainda mais a criatividade dos modders. E de fato isso é tão bem visto pelo público, que o suporte para mods será aceito não somente no PC, mas também nos consoles de nova geração como o PS4 e XOne. E isso, meus amigos, é algo de se aplaudir de pé.

  Então? Já está reservando sua pré-venda? :D

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

SUPER Dica de Jogo: Witcher 3


  Eu sei que demorou, mas tive que até o final do jogo para ter uma opinião formada. Não queria deixar conteúdo sobrando e seguir apenas a história principal sem aproveitar o resto desta obra de arte, apenas para ter uma opinião. Então confere aí abaixo a discussão completa sobre o gigantesco Witcher 3!


  Witcher 3: Wild Hunt foi o jogo mais esperado dos anos passados e finalmente chegou no começo desse ano após o adiamento da data devido a CD Projekt Red querer polir a última jornada de Gerald de Rivia ao máximo, para que se tornasse uma verdadeira gema. E se tornou. O hype valeu a pena, devido a qualidade da história, gameplay, mecânicas, trilha sonora e o mapa gigantesco do jogo.
  Gerald, assim como todos os personagens da trilogia Witcher, são baseados na série de livros do autor polonês Andrzej Sapkowski, que junta a fantasia com o real, tornando o mundo do jogo e dos livros algo quase que palpável e acreditável, muitas vezes comparado com as Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, que inspirou a maior série da atualidade, Game of Thrones. E de fato, até a história do terceiro jogo é parecida em certos pontos com a da série da HBO.


  Witcher 3 conta a história de Cirila Fiona Elen Riannon, ou Ciri, a filha adotiva de Gerald, que na verdade é a sucessora do trono e possui o sangue ancestral, que lhe permite ter um poder capaz de destruir ou criar mundos. E é por causa desse poder que a Caçada Selvagem (Wild Hunt), que são seres com armaduras pesadas que conseguem manipular uma entidade chamada Geada, estão atrás da garota. No entanto, ela não é uma princesa indefesa. Sua infância foi marcada pelos treinamentos de Gerald, Vesemir, Lambert, Eskel e Coën em Kaer Morhen, a fortaleza dos Witchers (ou bruxos, se preferir), que por si são caçadores habilidosos com certa afinidade com a magia, que passaram por um treinamento rigoroso e por um ritual brutal, o qual apenas poucos jovens sobrevivem, e os que continuam suas vidas perdem todos os seus sentimentos, além de receber mutações as quais alteram seus corpos, dando a habilidade de poder tomar tônicos que matariam qualquer humano normal, mas pra eles dão poderes incríveis semelhantes aos dos monstros e demônios que matam. Embora Ciri não tenha passado pelo ritual, teve treinamento em magia e combate corpo a corpo, assim como o manejo da espada, que permitiu que ela sobrevivesse todo esse tempo fugindo da Caçada Selvagem após sumir da fortaleza há anos atrás. Mas agora que eles a encontraram, cabe a Gerald reencontrar sua filha e salvá-la antes que eles a alcancem.
  E o mais legal de tudo isso é que você não precisa jogar os games anteriores para entender, já que Witcher 3 tem uma variedade enorme de diálogos e escrituras no jogo, além de velhos personagens, que insistem te lembrar do que aconteceu, já que Gerald perdeu a memória no segundo jogo.


  Quanto ao combate, ele basicamente se baseia no equipamento que você usa e no timing de bloqueios, esquivas e ataques fortes e rápidos. Gerald tem uma espada de ferro para enfrentar humanos e uma de prata para monstros, assim como armadura de couro que te beneficia no combate contra esses monstros, e uma de ferro que te da vantagens contra ladrões e assassinos que encontrar nesse mundo pobre e desgraçado em guerra.
  Além do equipamento você também tem os tônicos, que podem ser usados apenas um por vez, além das magias que são muito eficazes dependendo do tipo de inimigo e da sua fraqueza (que é sempre anotada em um bestiário assim que você descobre informações sobre aquela criatura e sua história), os itens secundários (tocha, besta, bombas, etc), uma árvore de talentos bem desenvolvida, e itens de missão.
  Fora da história principal você pode explorar o mundo gigantesco de Witcher 3, que é tão grande que quando achava que estava acabando o jogo, me vem um mapa com o dobro do tamanho do que eu estava. E tudo isso é povoado por áreas com sua própria história, segredos escondidos, embates com monstros lendários, e lugares assombrados o qual você pode investigar e descobrir os mistérios que rondam aquele lugar, assim como encontrar tesouros escondidos, ou até receitas para você criar em um sistema de crafting ótimo e muito bem elaborado.
  Outro sistema que se destaca também é o jogo de Gwent, que é provavelmente o único minigame da história dos games que realmente é tão divertido quanto o jogo em si, se baseando em turnos os quais você pode colocar cada carta em sua respectiva fileira no campo de batalha, e fazer jogadas que o permitam acabar aquele turno com mais ataque que o inimigo e ganhar as duas rodadas necessárias, te recompensando com cartas novas com habilidades diferentes de baralhos diferentes, e até convites para torneios.


  Os únicos problemas que encontrei no jogo foram muitos bugs na minha versão de PS4, devido ao tamanho gigantesco do mapa, inclusive nas cutscenes, que começaram a ficar bem ruins lá pro final do jogo, tirando a graça do boss final, que não teve tanto impacto quanto certos momentos no meio da história. Mas nada que afete a qualidade do jogo.
  Ou seja, no geral Witcher 3: Wild Hunt foi um excelente game, cheio de detalhes, uma história rica, e com conteúdo capaz de te entreter por meses, além de um combate divertido e do fato da CD Projekt Red não ser mercenária, lançando 16 dlcs nos últimos meses com conteúdo adicional totalmente de graça, só agora lançando algo pago, com a diferença de que se trata de uma expansão com conteúdo equivalente a mais de 20 horas adicionais de gameplay.


  O game tem muito mais por trás de tudo que falei aqui, que com certeza vai dar ainda mais vontade de jogar, caso ainda não tenha feito. No entanto, este post já virou um monstro tão grande, que senti a necessidade de abatê-lo logo para não causar problemas.
  Então quem tem um console ou um computador bom, fica aí a dica desse jogaço, que é obrigatório para todos os fãs de RPG e de uma boa história. :)
  OBS: Witcher 3 é TOTALMENTE dublado e legendado em português. Então não tem desculpa!

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Bat Taverna agora agrega comentários do FACEBOOK!

  Sim, senhoras e senhoritos. Só depois de quase um ano que o blog finalmente se atualizou para agregar comentários do Facebook, facilitando receber comentários sobre o conteúdo que foi postado, de forma que você não precise logar na sua conta do Google para dar a opinião. Então estou convidando vocês que visitam o blog todo dia, ou que são novos leitores, a darem suas opiniões e dicas sobre o que estamos postando. Geralmente não temos nenhum comentário por semanas, mas quase todo mundo vem conversar conosco sobre aquele determinado assunto que parece que foi esquecido na blogosfera.
  Parece que não, mas a participação de vocês é muito bem-vinda, já que todo o conteúdo postado aqui leva tempo e trabalho para fazer. Então tratem de colocar esses dedos para trabalhar!

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

QUINTA TARANTINESCA!

  Olá, senhoras e senhoritos. Eu sei que já passou algumas semanas do tempo de postar o compilado do Quinta Tarantinesca, mas queria fazer algo especial, que não ficasse apenas links jogados aleatoriamente.
  Agradecemos a todos que nos acompanharam durante o tempo em que todos esses artigos foram postados, já que tivemos uma trabalheira imensa pra produzir e editar todo esse conteúdo. Também convidamos a vocês, novos leitores, a aproveitar que já foram lançados todos os posts e fazer uma maratona de Tarantino para depois poder conferir toda essa informação que trouxemos carinhosamente para você. :)













quinta-feira, 16 de julho de 2015

Obrigado!


  Olá de novo, moçoilos e moçoiletes. Hoje é um dia especial, um dia de celebração, que entrará para os anais da história e irá virar feriado internacional do Bat Taverna, porque alcançamos a marca de 10.000 (dez mil) visitas!


   É pouco? É. É grande coisa? Não é. Mas a intenção é a que vale. E a intenção de vocês que acompanham o blog de entrar todo dia (ou quase todo dia... ou uma vez ao ano...bem...) já vale demais pra nós. Afinal, sempre selecionamos o melhor conteúdo e vamos atrás das informações para poder criar um conteúdo dinâmico e divertido pra vocês, além de assuntos interessantes e dicas de filmes, leituras, vídeos, entre outros os quais pesquisamos em diversos lugares para saber a veracidade dos assuntos.
  Então gostaria de tirar esse tempo para agradecer a todos vocês e toda a alegria que nos passam ao vir comentar sobre algo que postamos e discutir novas teorias, ou até dar dicas do que podemos escrever. Toda essa energia contagia e nos faz querer continuar crescendo, e transformar essas 10.000 visitas em muito mais, para que possamos ter uma legião de fãs que estruturem uma comunidade grande o suficiente para sairmos do blogspot e ter nosso próprio domínio.


  Eu, Jean, tenho um carinho muito especial com esse blog, pois não esperava muito no início, além de ter feito um design todo horrível pro blog achando que é bonito ser feio. Mas com a ajuda do Lucas com o Quinta Tarantinesca, e do Leonardo com dicas de tecnologia e livros, conseguimos crescer, aprender e criar esse ambiente o qual estou orgulhoso de ser dono. Até porque foi aqui que encontrei pela primeira vez a garota que hoje é minha namorada, e quem sabe algo ainda maior amanhã. (Inclusive, é a única que comenta, seu batatudos!) HEUAHEUuheaueha... :)
  Uma ode ao blog, e que venham muito mais anos de entretenimento e diversão nessa taverna digital!


sexta-feira, 10 de julho de 2015

Quinta Tarantinesca #20 (O ÚLTIMO!) - The Hateful Eight

  Olá Taverneiros, bem-vindo ao sofrido último Quinta Tarantinesca, finalizando muito bem essa série de posts publicando ele na sexta. Mas gostaria de dizer antes de tudo que adoramos fazer o Quinta Tarantinesca, e estamos muito agradecidos por todo o apoio de vocês, leitores, que leram, deram suas opiniões, ou até compartilharam. A sua ajuda é muito importante e bem recebida por nós, até porque não ganhamos nada por cima disso além de o sentimento de realização e trabalho bem feito e toda a diversão que isso nos proporciona. Em breve estarei deixando um ícone especial ali do lado direito com a coletânea de todos os 20 posts prontinhos para você que acabou perdendo algum, ou simplesmente é um novo visitante do blog.
  Mas hoje terá sim conteúdo! Acabaram-se os filmes, mas nosso querido Taranta não está aposentado não. Vamos ter um breve papinho sobre as informações que temos do novo filme do queixudinho que vem por aí: The Hateful Eight.


  The Hateful Eight se passa de seis a oito anos depois do fim da Guerra Civil (não a da Marvel, seu nerdão!). Assim como o trabalho mais recente de Tarantino, o duplamente oscarizado Django Livre, Os 8 Odiados é um faroeste ambientado nos Estados Unidos do século 19(YAY). Entretanto, a proposta do filme será completamente diferente da trama do escravo liberto que vai resgatar sua esposa das mãos de um cruel senhor de engenho. (nigger)
  A trama de The Hateful Eight acompanha a história de uma diligência contendo vários passageiros, que são impedidos de seguir viagem por causa de uma nevasca. Logo, eles são atacados por um grupo de caçadores de recompensas e outros criminosos.
  "Eu posso definitivamente dizer que nosso filme é o faroeste na neve mais divertido que já foi feito. É mais divertido que O Vingador Silencioso, mais divertido que Quadrilha Maldita", afirmou Tarantino em entrevista à revista Entertainment Weekly, que divulgou a imagem de Russel e L. Jackson.
  O cineasta ainda disse que se inspirou nas séries de TV "O Homem de Virgínia e Bonanza" para criar seus personagens. "Você espera um episódio inteiro e se pergunta: 'Eles são mocinhos ou bandidos?'. Então eu pensei: 'E se eu fizer uma história com esse tipo de personagem?'. Não há mocinhos [em Os 8 Odiados]", avaliou Tarantigod.


  "Em Os 8 Odiados, ambientado seis, sete ou oito ou doze anos depois da Guerra Civil Americana (1861 - 1865), uma diligência se acidenta na paisagem invernal de Wyoming. Os passageiros, o caçador de recompensas John Ruth (Russel) e a fugitiva Daisy Domergue (Leigh), fogem em direção à cidade de Red Rock, onde Ruth, conhecido por estas bandas como "o homem da forca", entregará Domergue à justiça.
  Ao longo da estrada, eles encontram dois estranhos: o Major Marquis Warren (Jackson), um ex-soldado da União que se transformou um infame mercenário, e Chris Mannix (Goggins), um renegado sulista que reivindica o direito de ser o novo xerife da cidade.
  Depois de se perderem na nevasca, Ruth, Domergue, Warren e Mannix buscam refúgio em uma parada administrada por Minnie no passo de uma montanha. Quando eles chegam lá, são recebidos por quatro desconhecidos: Bob (Bichir), que está cuidando do estabelecimento enquanto Minnie visita sua mãe, Oswaldo Mobray (Roth), o carrasco de Red Rock, o caubói Joe Gage (Madsen) e o Confederado General Sandy Smithers (Dern). À medida que que tempestade de neve se intensifica, nossos oito viajantes descobrem que eles podem nunca chegar a Red Rock...".


  Os 8 Odiados estreia nos Estados Unidos no Natal, dia 25 de dezembro, antes do final do ano afim de ser elegível no Oscar 2016. No Brasil, o longa deve chegar aos cinemas nos primeiros meses do ano que vem.
  Confira o teaser abaixo (desculpem, mas ainda não saiu nenhum trailer oficial com os atores):


  Partindo pro meu lado over excited, eu estou ansiosamente mega ansioso pra ver o que isso vai dar! Depois de vermos todo o potencial western de Tarantino em Django Livre, as expectativas só aumentam. Fazendo a pesquisa para esse post, notei que alguns fóruns dizem que um dos filmes preferidos do queixudinho é "Três homens em conflito" (The Good, The Bad and The Ugly), o clássico mega aclamado (e um dos, se não "o", meus filmes favoritos do gênero), o qual junta o lendário Clint Eastwood com Eli Wallach Lee e Van Cleef em 3 horas de pura emoção. Filme esse que é sem dúvida nenhuma obrigatório pra todo mundo, principalmente você que está lendo isso aqui.
  A Guerra Civil americana é algo realmente vale a pena prestar atenção no colégio, o período que sucede isso pode ser comparado as tramas da Trilogia de Dólares, tendo em mente que The Good, The Bad and The Ugly é o primeiro da trilogia. Fato que me deixa ainda mais ansioso e curioso!
  “O que você quer dizer  com isso, Lucas?” Eu respondo... E se o Tarantino estiver tentando fazer a sua versão de The Good The Bad and The Ulgy?
  DURMAM COM ISSO!


  Mas uma vez, obrigado a todos que nos acompanharam e nos ajudaram a construir esse império de posts. Mas não se preocupem! Nem só de Tarantino o cinema é feito. Em breve lançaremos novas séries de posts sobre outros geniais cineastas. Enquanto isso, termine essa transfusão de sangue, porque você ta precisando depois de tantos cortes e violência, e se prepare por que por aí vem mais! :D

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Comunicado sobre o Quinta Tarantinesca


   Senhoras e senhoritos, como vocês devem ter notado, ontem não teve Quinta Tarantinesca nem post de tarde. Isso se dá devido a um fauno que nos trancou em um armário, que se revelou na verdade uma máquina do tempo, que por ironia do destino nos levou até o futuro. Fomos caçados por ciborgues exterminadores que se comunicavam por Skype, mas devido a internet ser discada, nós conseguimos fugir nas costas de dinossauros super inteligentes cultivamos na colônia de Marte.
   Mas não se preocupem, estamos resolvendo os problemas aos poucos, e na semana que vem o Tarantino volta ao blog sem falta. :)

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Science, bitch! #01 - Como tirar a música chata da sua cabeça de um jeito simples


   Sabe aquela música chata que fica na sua cabeça por semanas ou meses, fazendo você odiar ela eternamente, chegando até a dar dor de cabeça? Pois é, infelizmente é inevitável, já que nossa sociedade é tão viciada em música. Cada pessoa tem suas bandas e músicas favoritas que quer forçar os outros a gostar. Mas aquilo que é agradável para você, pode ter um efeito contrário para outro.


   Tenho certeza que você deve ter tentado arrancar esse vírus do seu cérebro de vários modos, inclusive enfiando mais músicas no seu cérebro através de um fone de ouvido por dias inteiros. Mas não adianta, logo quando você menos espera, a vitrola dentro da sua cabeça começa tocar aquele som que começa a agarrar sua sanidade e te fazer perder a noção de tudo, enlouquecendo pouco a pouco.


   Mas de acordo com um estudo feito por pesquisadores no Quarterly Journal of Experimental Psychology, descobriram que ao criar movimentos repetidos com boca você cria uma reação que afeta o sistema motor responsável pela fala, que por sua vez tem relação direta com sua capacidade de ficar remoendo a mesma música o tempo todo em sua cabeça.

   E como utilizar isso pra resolver o problema? É simples!
   Os pesquisadores fizeram diversos experimentos com dois grupos de pessoas. No primeiro experimento utilizaram as principais músicas que tocam nas rádios e tem uma melodia fácil de grudar na cabeça, dando alguns minutos de silencio para as pessoas reportarem quantas vezes pensaram no som durante esse período. O segundo experimento foi praticamente a mesma coisa, mas os participantes tiveram de relatar quantas vezes chegaram a "ouvir" a música na cabeça mesmo em total silêncio. E o resultado foi que o grupo que participou enquanto mascava chiclete constantemente não teve nenhuma dificuldade em esquecer ou parar de ouvir a música.


   Você não leu errado. A solução para acabar com a música chata em sua cabeça é simplesmente mascar chiclete!
   No entanto, foi reportado que a forma mais precisa de utilizar essa técnica é usar um chiclete de consistência um pouco mais dura e de sabor suave, além de praticar o ato da mastigação de forma mais rápida que o normal. Pode ser que não dê certo das primeiras vezes, mas pratica contínua também ajuda a perfeição. Não é nada que seja difícil o suficiente para te fazer desistir de utilizar algo que te trará paz finalmente depois de tantos anos de tortura musical.


   Gostou do artigo? Foi útil pra você? Escrevemos alguma barbaridade? Deixe sua opinião para nossos morcegos altamente treinados em mascar chiclete, pois queremos ouvir seu feedback para continuar melhorando o blog e trazendo cada vez mais conteúdo legal para você. :)
   Caso ainda não saiba, o Bat Taverna também tem uma página no Facebook. Confira clicando AQUI. E obrigado por sua atenção!

   - Jean

quinta-feira, 26 de março de 2015

Quinta Tarantinesca #06 - Jackie Brown (pt.02)

   Pois bem meus queridos nerrrrrdessssss taverneiros, hoje é quinta, o dia internacional de entrar no blog pra ver Quinta Tarantinesca. Então vamos continuar aquele papo bacana da semana passada sobre Jackie Brown, essa obra supimpa de nosso delicioso diretor de queixo avantajado.
   Lembrando que esse post é uma segunda parte, então se você vacilou e não leu a primeira, clica AQUI, que já vai fechar o abacaxi. (Desconsidera isso.. mds...)


   Muitas das cenas de Jackie Brown lida com o poder da protagonista. O bartender a trata com admiração. Ordell supõe que, quando ela vai a um bar, deve precisar usar “nigger repelent” (melhor afirmação já feita no cinema, na minha opinião.) Ela admite que “I do all right”, e ele insiste: “Aposto como você se sai melhor que bem”.
   Várias das cenas do filme são de Jackie em movimento. Ou melhor, sabemos que ela está em movimento (dirigindo um carro, andando numa esteira no aeroporto, frenética num shopping), mas não a vê mexer. É o que está em torno dela que gira e se mexe. É como se o filme dialogasse com ela: olha só, as coisas estão acontecendo e você está parada, quando vai agir? No final, a música explica, dizendo “eu fiz o que tinha que fazer”. Jackie cantarola a letra timidamente, com tristeza nos olhos. Sua tristeza é o enigma do filme. Por que ela está triste? Por não ter ninguém? Por não ficar como único cara que a trata bem? Por imaginar que quatrocentos mil dólares não a levarão tão longe?


   E eu detesto rir disso, na real não detesto não, mas a morte da “beach kitty”, a Melanie, é divertidíssima. Não seria se a gente a visse sendo atingida pelo Louis, ou mesmo se víssemos o corpo dela estirado depois. Mas não vemos. Como comentamos em Pulp Fiction, a cena deletada da morte de Brett, que resultou em algo perfeito, também onde vemos o Vicent atirando sem querer no crânio do pobre estudante dentro do carro. Vemos seu crânio explodindo, os pedacinhos voando pra todo canto. É hilário, e absurdo. Muita gente critica o Tarantigod por essa cena - não deveria ser nada engraçado fazer rir de um branco atirando num negro. Ou um negro ser tão descartável. Mas ele não é mesmo um personagem importante. Importantes mesmo são o Vicent e Jules, e o relacionamento entre eles. É quase um caso de amor (damn, nigga). Vincent até pergunta, brincando, para Jules, “Você pode me dar uma massagem nos pés?”. Então, nessa cena do carro, rimos do acidente, da bronca que o Jules dá em Vicent, do mesmo ficando mega boladinho com a bronca (como se fosse um casal birrento de longa data). No fundo, não estamos rindo do pobre rapaz assassinado. Mas também é verdade que ligamos a mínima pra ele.


   Em Jackie, quem importa mesmo é Melanie. Ela é uma personagem petulante, cheia de vida, e até encantadora, do seu jeito. Está quase sempre dopada. Adora fazer sexo (ouvimos isso mais do que vemos). E tem certeza absoluta que todos os homens ao seu redor são estúpidos. É hilário Louis não saber onde fica a saída do shopping, ou onde ele estacionou o carro, e a Melanie gozando dele a todo momento: “Tem certeza que você já assaltou um banco?”. Porque, pô, tá cheio de policiais no lugar, e como o Vito não sabe onde está o carro? A gente sabe que ele está indignado com a situação, e já vem sendo violento com a Melanie desde antes de chegarem ao shopping. Mas a gente não tem a menor ideia que ele vai sacar uma arma e atirar nela! E essa surpresa é engraçada, inclusive porque ilustra e exagera o fato que homens não sabem lidar com adversidades, e são agressivos ao serem contrariados. Mais tarde Ordell, chateado por ter perdido seu objeto de maior valor, Melanie, reclama com Louis: “Você não podia apenas ter dado um murro na boca dela?”. Que é o modo que Ordell está acostumado a lidar com suas mulheres.


   Por outro lado, o filme não é apenas feminista. Há todo um subtexto com outra opressão. O personagem do Samuel L. Jackson sabe muito bem em que mundo vive. Ele diz que a principal razão por estar com Melanie é que ela é branca, a sua gatinha da Califórnia. “Ter” uma loira (elas são vistas como objetos) é inacessível a negros pobres, e um símbolo de status para negros ricos, do chefão (Marcellus) em Pulp Fiction (que tem a Uma Thurman) aos jogadores de futebol. Quando Ordell vai ao escritório de Robert, vê uma foto na parede dele com um negro que parece um armário. “Quem é ele?”, Ordell pergunta. Robert responde que é o sujeito que trabalha com ele. Mas Ordell insiste: “Ele é seu empregado e você é o chefe, é isso? Aposto como foi ideia sua tirar essa foto”. Robert fica calado, ansioso pra mudar de assunto.
   Tem também o lado de personagens que não conseguem deixar seus papéis. O funcionário de Robert repete “é o meu trabalho” em vários momentos. Mas o próprio Robert permanece imóvel. Quando Jackie lhe pergunta por que ele não fica com mais dinheiro, além dos 10%, ele insiste: “É a taxa que cobro”. Seu desespero é não ir atrás de Jackie. Bem antes, ele reconhece sua vaidade. Explica pra Jackie que, ao ficar mais velho, perdeu cabelo, e fez algo a respeito (não sabemos o quê). Ele também sabe quanto engordou desde que parou de fumar. Ele fala a sua idade (56 anos), fala de aposentadoria, de como está cansado. É provável que eles nunca mais se vejam. Ela vai pra Espanha e lhe mandará um cartão postal. No final, é só isso que vemos, e que precisamos ver: o rosto desolado de Robert, sabendo que perdeu sua última chance, e o rosto misterioso, talvez arrependido, talvez aliviado, de Jackie, pronta pra começar uma nova vida. Sozinha, como sempre. Porque ela já cansou de ser explorada pelos homens.


Antes de terminar o post, algumas informações sobre o filme:
Indicações ao OSCAR
Melhor Ator Coadjuvante - Robert Forster

GLOBO DE OURO
Indicações Melhor Ator Comédia/Musical - Samuel L. Jackson
Melhor Atriz - Comédia/Musical - Pam Grier

FESTIVAL DE BERLIM
Ganhou Melhor Ator - Samuel L. Jackson


   Acho que vocês perceberam que os dois posts desse filme saíram meio diferentes do habitual.
  Pois é, por ser um filme “deixado de lado”, eu precisei chegar até os confins da internet para procurar algumas referências, e essas foram tiradas de Lola Aronovich. Eu não falei muito da parte técnica, mas gente, é padrão Tarantino, não tem mais o que comentar.
  A recomendação tá aí, se você ainda não viu o filme, tem na netflix, na internet, em todo lugar. Então não tem desculpa. Corre lá, negão!

  - Lucas